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Antes de ser morta pelo marido, mulher pagou fiança para tirá-lo da cadeia

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Um homem conhecido como ‘José’, de 27 anos matou a esposa identificada como Lucilene dos Santos Silva, de 43 anos, com cerca de 30 golpes de faca no dia 07 de outubro desse ano, rua Alexandrina Mathias de Oliveira, no Jardim das Hortências, em Itupeva (SP).

Para José ser preso nunca pareceu ser tão grave, da mesma forma que ele era detido pela polícia, pouco tempo depois era solto pela justiça, mas aquele direito de sair da prisão depois de mais um crime, tiraria o direito de Lucilene de viver, o casal estava junto a 2 anos.

O que ninguém sabia era que José escondia um passado criminoso, aliás uma face jamais demonstrada por ele, mas que nunca deixou de existir, José já tinha sido preso em 2015 por tentar matar uma namorada, mas ficou preso por um ano, saiu da cadeia para responder em liberdade, ele trabalhava como ajudante de pedreiro e conheceu Lucilene no mesmo bairro, escondeu dela o lado violento, os dois trabalhavam todos os dias e juntos pagavam as contas da casa, o que ela não sabia era que José estava se envolvendo com outra mulher que seria mais uma vitima da violência dele, a amante foi espancada por ele na rua, ele foi preso pela polícia e levado a delegacia onde ele disse que ela teve sorte, que a intenção dele era matá-la.

José ficou preso por lesão corporal grave e ameaça, Lucilene recebeu a noticia no dia seguinte, foi a delegacia e ficou sabendo que ele estava relacionando com outra mulher, mas como gostava muito dele, o perdoou, juntou dinheiro e contratou um advogado, José ficou preso por 5 meses e depois conseguiu o direito de responder em liberdade, saiu da prisão para matar Lucilene, 18 dias fora da prisão, dizia está arrependido pela traição.

Lucilene trabalhava como faxineira e acabou morta onde morava, após discussão com o companheiro.

Vizinhos ouviram gritos da mulher e ligaram para o telefone 190, que mandou uma viatura. Mas estava tudo em silêncio e ninguém atendeu a porta.

Pouco tempo depois os vizinhos ouviram gritos de socorro e novamente ligaram para a Polícia.

Quando os policiais entraram na residência encontraram o corpo da mulher estava junto à cama, com o quarto todo cheio de sangue.

Lucilene foi torturada, antes de morrer. A vítima tinha perfurações superficiais nas pernas, nos braços e estava toda suja de sangue.

O acusado prestou depoimento e saiu pela porta da delegacia.

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