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Empresa do Distrito é acusada de calote por ex-funcionários, assessoria jurídica nega

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Manaus – Ex-funcionários da empresa Engetask Empreendimentos, localizada na avenida Autaz Mirim, no bairro Armando Mendes, zona leste da capital, procuraram este portal para fazer uma denúncia contra a empresa.

A empresa presta serviços para a Itacol Indústria Comércio e Serviços, localizada na avenida Circular Norte, no bairro Armando Mendes. Cerca de quarenta ex-funcionários terceirizados, contratados na função de agentes de serviços gerais, alegam que foram demitidos no dia 1º de outubro de 2017 sem aviso prévio, e não receberam o último salário (referente ao mês de setembro) e nem a rescisão do contrato de trabalho. 

Requerimento do seguro desemprego repassado por um ex-funcionário

Uma ex-funcionária, que não quis ter a identidade revelada, afirma que recebeu um código do seguro desemprego errado e com isso não conseguiu dar entrada na solicitação do benefício “Estamos correndo atrás dos nossos direitos já vai fazer 4 meses, e eles só nos enrolam, até agora não recebemos nada. Quando vamos ao escritório da empresa, sempre arranjam uma desculpa para não nos receber” disse a ex-agente de serviços gerais. 

 

A ex-funcionária diz que o único contato que tem com a empresa Itacol é através de uma secretária, identificada apenas como ‘dona Harina’ que orientou os demais funcionários demitidos a criarem um grupo no WhatsApp para repassar as informações sobre o pagamento “não repassam informações pra gente, apenas a secretária diz que esse dinheiro vai cair na conta de todo mundo, e nunca cai”

Entramos em contato com a Itacol, que por meio da assessoria jurídica informou que nunca deixou de dar satisfações sobre o pagamento dos ex-funcionários e nunca se negou a pagar os salários. Leia: 

Todos os direitos trabalhistas dos empregados foram respeitados. Houve a falta de pagamento de algumas rescisões por conta de um atraso no pagamento do nosso contrato mantido com o Estado do Amazonas, eis que a previsão de pagamento dos atrasados desde julho de 2017 não se concretizou, o que compromete o capital de giro da empresa que vem pagando salários sem receber há mais de 6 meses“. 

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