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Cabo da PM suspeito de estuprar jovem se entrega à polícia

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Se entregou à polícia, nesta segunda-feira, 22/01, o Cabo da Polícia Militar de São Paulo que é acusado de ter estuprado uma jovem de 18 anos, no dia 14 de janeiro, em Aricanduva, zona leste da cidade. Ele estava com risão temporária decretada.

Imagens de uma câmera de segurança flagraram o momento em que a técnica em nutrição é atacada pelo criminoso quando ela estava indo para a igreja. O acusado estava em um Fiat Siena preto e desce do veículo, espera a vítima se aproximar e então a puxa pelos braços. A jovem ainda tenta lutar com o agressor, mesmo ele estando armado e é estuprada no veículo por cerca de 30 minutos e não soube dizer se o suspeito usou preservativo.

A mãe da vítima do estupro relatou, à reportagem do portal UOL, que a jovem está “completamente abalada e se recusa a falar ou relembrar o assunto”.

“Ela foi bem atendida, tanto na delegacia quanto no hospital. Agora, está descansando e sob os cuidados da família. A gente fica revoltada, mas queremos Justiça. O meliante que fez isso tem que pagar de um jeito ou de outro”, disse a mãe, de 37 anos, que trabalha como auxiliar de limpeza.

Policial é acusado de assédio

Na mesma região da zona leste da capital, no bairro de José Bonifácio, o cabo suspeito de ter estuprado a técnica em nutrição teve de assinar um termo circunstanciado de importunação ofensiva ao pudor por ter assediado uma estudante de 19 anos.

O caso ocorreu no dia 4 de dezembro do ano passado, às 9h. O carro que ele dirigia é do mesmo modelo e cor flagrado no estupro da técnica em nutrição: o Siena preto.

De acordo com registro do Boletim de Ocorrência deste caso, o acusado “tinha passado com um carro Siena preto e tinha mostrado o órgão genital e proferido as seguintes palavras: ‘olha que gostosa'”.

Ela relatou o ocorrido a uma viatura da PM e eles começaram a fazer buscas pelo bairro para tentar localizar o assediador. Próximo a um mercado, ela o reconheceu. Foi feita abordagem e constatado que o homem é um cabo da Polícia Militar. Questionado sobre o ocorrido, ele negou o ato.

Ele e a vítima foram levados ao 103º DP, na Cohab II, em Itaquera. Lá, ele assinou o termo circunstanciado e foi liberado.

Com informações do UOL.

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