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Manaus, AM,

SAÚDE

Francisca Mendes aumenta oferta de cirurgias cardíacas em 87% no mês de janeiro

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MANAUS – O Hospital Universitário Francisca Mendes (HUFM) aumentou em 87% o número de cirurgias cardíacas, neste mês de janeiro, em comparação com o mesmo período do ano passado. Em janeiro de 2020, foram feitos 58 procedimentos na unidade, enquanto no ano passado foram 31.

De acordo com o diretor do Hospital Francisca Mendes, Braz Santos, além das crianças do Amazonas que estão fazendo cirurgia cardíaca em São Paulo por meio do programa de Tratamento Fora de Domicílio (TFD), a unidade em Manaus continua com o fluxo crescente de cirurgias e procedimentos.

“Só no mês de janeiro, nós conseguimos realizar 58 cirurgias, entre adultos e crianças, isso comparando com janeiro do ano passado quando foram realizadas apenas 31 cirurgias. Isso demonstra a grande diferença, o grande avanço que a gente teve. Essas crianças também começaram a ir para São Paulo, mas independente dessas crianças estarem indo, o Francisca Mendes continua a todo vapor”, afirmou o diretor.

Conforme a Secretaria de Estado de Saúde (Susam), as cirurgias pediátricas dobraram na unidade em 2020. O pequeno Joaz Rabelo Torres, 7, está entre os pacientes que tiveram sucesso no procedimento. Liliane Torres, 28, conta que um exame de rotina mostrou a cardiopatia congênita, e, nesta quinta-feira (06/02), a mãe já celebrava a boa recuperação do filho.

Em dezembro de 2019, o Governo do Amazonas investiu recursos para reforçar a estrutura do Hospital Francisca Mendes. Foram instalados seis monitores multiparamétricos, quatro ventiladores pulmonares adultos e 130 acessórios de equipamentos. Com isso, seis leitos de UTI e mais uma sala cirúrgica serão ativados para aumentar a capacidade de realização de cirurgias na unidade.

Cirurgias adultas – De acordo com o diretor do HUFM, tanto as cirurgias pediátricas, quanto as adultas continuam sendo realizadas na unidade diariamente e, somente em janeiro deste ano, 42 procedimentos cirúrgicos foram feitos em adultos. A exemplo de Roberto Mendes, 28, que recebeu alta após os médicos corrigirem uma cardiopatia congênita.

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