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Bombeiro é preso suspeito de sumir com arma do caso Marielle Franco

Sargento morava em casa avaliada em R$ 2 milhões e tinha carro de luxo na garagem. Polícia pode desmembrar apuração, segundo delegado

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Rio de Janeiro – O sargento do Corpo de Bombeiros Maxwell Correa, preso por atrapalhar as investigações sobre o caso Marielle Franco, nesta quarta-feira (10), poderá ser investigado também pelo crime de lavagem de dinheiro.

De acordo com informações, o bombeiro mora em uma casa de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na zona oeste do Rio, avaliada em R$ 2 milhões, e é proprietário de um carro importado, que custa cerca de R$ 170 mil e foi apreendido pela polícia hoje. Os indícios apontam para um patrimônio incompatível com a renda de aproximadamente R$ 6 mil mensais.

O delegado Antônio Ricardo, que está à frente das investigações, disse que outro inquérito poderá ser aberto para apurar o caso.

“Além da investigação que levou a prisão deste agente público, a Delegacia de Homicídios poderá desmembrar a investigação do crime de lavagem de dinheiro com a possível autoria desse agente público”, disse o delegado.

A defesa de Maxwell informou que o cliente vive em uma casa alugada e que o veículo é proveniente de outras fontes de renda. No entanto, o advogado ressaltou que ele ainda não é alvo de acusação de lavagem de dinheiro.

Em nota, o Corpo de Bombeiros disse que a Corregedoria Interna e o Serviço Reservado da corporação participaram da operação do Ministério Público e da Polícia Civil e que a instituição aguarda as informações solicitadas sobre o processo para abrir procedimento interno.

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