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POLÍTICA

Dallagnol segue Moro e recusa desafio de Lula para um debate

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Brasil – O coordenador da força-tarefa da Lava Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol, seguiu os passo do ex-ministro Sérgio Moro e se recusou, em entrevista à rádio Jovem Pan na manhã desta quinta-feira (2), a participar de um debate com o ex-presidente Lula.

No dia 11 de junho, durante participação em uma live, Lula fez o desafio: “Eu tô provocando o Moro e o Dallagnol pra debater comigo, ao vivo. Se a Globo quiser fazer, eu topo. Porque é preciso desmascarar esses canalhas e mostrar o que eles fizeram ao país”.

Dallagnol, no entanto, não se mostrou disposto a encontrar o petista e debater sua denúncia, que depois foi julgada pelo então juiz Sérgio Moro e pelo TRF-4, resultando na condenação e prisão do ex-presidente no caso do triplex do Guarujá.

“Todas as perguntas foram feitas no processo judicial e nas investigações. Não nos cabe debater publicamente ou fazer um show, um debate, com réus e investigados”, afirmou Dallagnol.

“Ao falar do Moro e de mim, ele quer criar uma narrativa, personalizar. Ele nunca cita os 14 procuradores da Lava Jato. Ele fala de mim porque é mais fácil criar uma teoria da conspiração em cima de uma pessoa do que de 14. Ele não fala que várias instâncias revisaram o caso e mantiveram a condenação. Ele fala do Moro porque é mais fácil criar uma narrativa de perseguição em cima de duas pessoas do que em cima de 60, 80 pessoas com diferentes visões de mundo”, completou o procurador.

Advogado desafia

Antes de Dallagnol, Sérgio Moro já havia se negado a debater com Lula, justificando que não debate com “condenados por corrupção presos ou soltos”.

O advogado Eduardo Goldenberg, do Rio de Janeiro, então, se colocou à disposição para debater com Moro no lugar de Lula. “Eu nunca fui condenado, @SF_Moro. Debata comigo. Presencialmente (com máscara, além da que você já usa desde os tempos de magistratura) ou remotamente. Escolha dia e hora. Eu destruo você em menos de 10 minutos. Vamos?”, postou Goldenberg.

Ao advogado, o ex-ministro não respondeu

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