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Governo injetou cerca de R$ 200 mil em Urucurituba com o programa “Apoio Cidadão”

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Amazonas – Criado pelo governador Wilson Lima para reduzir os impactos sociais e econômicos provocados pela Covid-19, o programa “Apoio Cidadão” beneficiou 328 pessoas e injetou R$ 196.800,00 na economia de Urucurituba (a 218 quilômetros de Manaus em linha reta). O município é uma das 62 cidades contempladas pelo programa, que é destinado à aquisição de itens da cesta básica e materiais de higiene e limpeza.

Na última segunda-feira, 6 de julho, a Secretaria de Estado da Assistência Social (Seas) fez mais uma ação presencial do “Apoio Cidadão” nos municípios, mais precisamente em Urucurituba, com a entrega de 129 cartões, que haviam sido substituídos pela prefeitura local após atualização cadastral e verificação dos perfis socioeconômicos aptos a receber o benefício.

Cada um dos 328 beneficiários, em Urucurituba, está recebendo um auxílio emergencial do Estado no valor de R$ 600, divididos em três parcelas de R$ 200, o que significa um total de R$ 196.800,00. O objetivo do “Apoio Cidadão” é garantir segurança alimentar e prevenir a disseminação da Covid-19, especialmente na população mais vulnerável.

Apoio técnico – Além do “Apoio Cidadão”, a visita da Seas serviu para atualizar o município sobre os assuntos mais abrangentes da assistência social, como a importância de manter em dia as informações do Cadastro Único do Governo Federal (CadÚnico), que é a porta de entrada para a concessão de qualquer benefício socioassistencial no País. Durante dois dias, a Seas ofereceu apoio técnico e orientações sobre diversos programas sociais, como Bolsa Família, Benefício de Prestação Continuada (BPC), Seguro Defeso, entre outros.

Cofinanciamento – Em 2020, o Governo do Amazonas, por meio da Seas, está repassando para Urucurituba um total de R$ 46.000.00 em recursos do cofinanciamento estadual da assistência social. O dinheiro deve ser utilizado para aprimorar os serviços de atendimento às famílias, grupos de crianças, adolescentes e idosos nas unidades de acolhimento e também nos Centros de Referência em Assistência Social (Cras) e Centros de Referência Especializados em Assistência Social (Creas) dos municípios.

 

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