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Moradores denunciam prefeitura de Manaus por abandono de cemitério na Zona Leste

Moradores do bairro Colônia Antônio Aleixo denunciaram a prefeitura de Manaus por abandonar o cemitério Santo Alberto

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Manaus – Moradores do bairro Colônia Antônio Aleixo, na zona leste de Manaus, afirmam que o cemitério Santo Alberto, localizado na rua Monteiro Maia, naquele bairro, encontra-se esquecido pela prefeitura de Manaus.

Em fotos e vídeos enviados para o portal Plantão 24 Horas, é possível ver que mato e lixo tomam conta do lugar. Além desses problemas, uma boa parte do muro que deveria inibir a entrada de pessoas no cemitério em horário não permitido, está destruído, facilitando a entrada de usuários de drogas, pessoas que desejam realizar alguma infração a qualquer hora do dia.

 

Um morador do bairro, que preferiu não se identificar, disse ao portal que um parente dele está enterrado no cemitério e que a falta de consideração, por parte do poder público com as pessoas enterradas, é grande.

“É um descaso esse tipo de coisa. Onde já se viu um cemitério que existe há tantos anos estar cheio de mato, lixo, e uma boa parte do muro quebrado. Uma falta de respeito com as famílias que têm um parente aí, e uma falta de respeito até com essas pessoas que não estão mais conosco em vida”, disse.

 

Morador grava vídeo mostrando o cemitério Santo Alberto

Uma outra moradora relatou que há bastante tempo o cemitério está dessa forma e que a prefeitura não realiza manutenção com frequência. “Esse muro aí há tantos anos que está assim que a gente até fica desacreditado que vão consertar, ainda mais agora que está finalizando o mandato do prefeito. Esse muro deveria dividir as casas do cemitério, mas parece que moramos dentro do cemitério. Quem sabe um dia olhem com mais carinho para esse local”, relatou.

Em Nota, a Prefeitura de Manaus, por meio da Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), informa que os cemitérios passam por limpeza e manutenção pré-programada a cada três meses. Agora, em meio à pandemia, essa limpeza passou a ser mais frequente, por conta da alta movimentação nestes espaços. Portanto, segundo eles, não procede a denúncia de abandono, e que inclusive pelo fato de que quase todos os servidores da Semulsp terem sido divididos nos seis cemitérios urbanos da cidade.

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