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Centros Estaduais de Convivência destacam luta da pessoa com deficiência em lives

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Manaus – Uma vasta programação está sendo preparada pelos Centros Estaduais de Convivência da Família e do Idoso, administrados pela Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas), para celebrar o Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência (21 de setembro).

Como as atividades ao público ainda estão acontecendo de forma gradual nesses espaços, uma boa parte das ações continua sendo virtual, para evitar riscos de contaminação do Covid-19.

A programação nos centros consiste em lives com representantes do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conede-AM) e Associação dos Deficientes Visuais do Amazonas (Advam); roda de conversa sobre inclusão e vídeos com pessoas com deficiência falando de superação e preconceitos que serão postados no Facebook, distribuição de folders informativos, além de peças teatrais em alusão à data.

“Lutas e Conquistas das Pessoas com Deficiência” será tema de uma live que o Centro Estadual de Convivência do Idoso (Ceci), no bairro Aparecida, zona sul de Manaus, vai realizar na segunda-feira (21/09) com o presidente do Conede-AM, Ronaldo André Brasil, mediada pelo assessor da unidade, Serginho Queiroz. Na oportunidade, o dirigente do conselho irá tratar sobre controle social de políticas públicas para pessoas com deficiência, dificuldades enfrentadas e conquistas obtidas.

Inclusão será o tema da programação que o Centro Estadual de Convivência da Família (CECF) 31 de Março, no Japiim, zona sul, vai promover no dia 25 de setembro, com atividades nos três turnos, para celebrar o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência.

O grupo de teatro do centro vai trabalhar a questão da sensibilização e a importância da inclusão, e o Setembro Azul, voltado para a visibilidade da Comunidade Surda Brasileira, uma ação que traz conscientização e homenagens a essa população.

A diretora do Centro, Mirleide Freitas, disse que a proposta da campanha é desconstruir os estigmas e preconceitos acerca da deficiência. Segundo a dirigente, para a comunidade surda e pessoas com deficiência auditiva, é importante a realização desse trabalho, haja vista que têm limitações e precisam ser vistos e valorizados.

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