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Manaus, AM,

POLICIAL

Arthur vai a Brasília recorrer ao ministro Raul Jungmann tratar da violência em Manaus

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O prefeito de Manaus, Arthur Virgílio Neto (PSDB), vai a Brasília para uma audiência com o ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, tratar sobre a violência em Manaus.

O encontro foi pré-agendado para o fim desta semana. Jungman, que está na Colômbia, ligou para o prefeito enquanto ele falava com os jornalistas em seu gabinete, na tarde desta terça-feira, 21.

“O clima é de terror. Vou apresentar os números da violência em Manaus e me aconselhar com o ministro. (…) Jungmann cuida exatamente desse enfrentamento que, aqui, o governador se recusa a oferecer aos bandidos dessas falanges, terrorismo, quase estilo ao Estado Islâmico.Vou denunciar ao Brasil o estado de desgoverno em que se encontra o Amazonas”, disparou o tucano.

1.826 ocorrências
Na coletiva, Arthur apresentou dados que somam 1.826 ocorrências de roubos e furtos nas principais estruturas de atendimento público do município, somente em 2018.

Foram 49 roubos e furtos em unidades de saúde, 1.672 roubos a ônibus, 21 ocorrências nos Centro de Referências de Assistência Social e 85 unidades de ensino alvos de assalto, furto ou vandalismo.

“Coincidência. Isso acontece só nos próprios da Prefeitura, não acontece com os próprios do estado. Parece que os traficantes respeitam o Governo do Estado”, pontuou o prefeito.

Além da audiência com o ministro Jungmann, Arthur autorizou a contratação de agentes de portaria para as repartições municipais e cobrou enfrentamento e políticas sociais públicas por parte do governo.

Terror
Arthur creditou na conta do governador Amazonino Mendes (PDT) o que ele chamou de “clima de terror”.

“É muito grave. O clima é de terror (…) Temos um governo que não se preocupa com a segurança de todos seus governados e termina sendo cúmplice de todos esses assassinatos, de todos esses aliciamentos de jovens para o crime, de todos esses assaltos , tudo isso sem esboçar nenhuma reação. Mostrando apenas falta de coragem cívica, falta de coragem física, falta de coragem moral para exercer o cargo numa situação tão grave que estamos vivendo, o cargo de governador do estado”, criticou.

Fonte: BNC

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