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David reúne com ministro da Saúde para alinhar estratégias da nova fase de vacinação em Manaus

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O prefeito de Manaus, David Almeida, reuniu-se virtualmente na tarde desta segunda-feira, 15/2, com o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, o governador do Amazonas, Wilson Lima, e demais representantes das gestões municipal, estadual e federal, para tratar da estratégia e planejamento, a respeito do projeto de aceleração da vacinação contra a Covid-19, na capital amazonense.

“Estamos prontos, ampliando nossa estrutura de capacidade de vacinação, para atender melhor a cidade de Manaus. Vale ressaltar que o trabalho integrado de todas as prefeituras, fez o Estado do Amazonas alcançar o primeiro lugar em percentual de vacinação”, comentou David. “Parabéns aos prefeitos, e obrigado ao governo federal por nos proporcionar esse trabalho, e adquirir as vacinas”, comemorou.

“Nós vamos vacinar com todas as doses que nós conseguirmos”, comentou o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, que destacou a situação favorável do Estado do Amazonas que já possui 5% das doses de vacina de todos os Estados brasileiros, conforme tratativas ocorridas ainda em janeiro deste ano, além das doses do próprio Estado, que são suas por direito.

No período de 10 dias, após o início da vacinação, será realizada uma força-tarefa, para vacinar Manaus e toda a região metropolitana, com a máxima celeridade e alcançar a maior quantidade de pessoas possíveis. Essa é uma solicitação do Ministério da Saúde, para as prefeituras.

“Teremos a chegada de vacinas nos dias 22 e 28, sendo dois grupos no primeiro dia, AstraZeneca e Butantan, e no segundo dia AstraZeneca. Mas já temos a garantia que a partir do dia 22, começa a distribuição da vacina pelo governo do Estado, e em seguida a vacinação, sob coordenação da prefeitura”, comentou o ministro Pazuello.

Segundo ele, a expectativa é a de que até o mês de março, todos os grupos prioritários no Amazonas estejam vacinados, fazendo com que o Estado chegue à imunização plena.

“Nós vamos vacinar com todas as vacinas que tivermos disponíveis, se pudermos chegar ao grupo abaixo dos 50 anos, nós iremos. Porém, agora nós sabemos que pelo menos as pessoas com 50 anos nós vamos atender. Se futuramente tiver mais vacinas, a gente prosseguirá”, destacou o ministro da Saúde.

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