Quando os carapanãs atacam, as famosas raquetes elétricas viram verdadeiras companheiras. Mas apesar da popularidade desses produtos, muitos equipamentos são vendidos sem fiscalização e regulamentação do Inmetro, podendo resultar em mal funcionamento e até acidentes. Mas quais são os reais riscos de usar essas raquetes?

O produto funciona de forma simples, com uma bateria que gera alta tensão elétrica, dando um choque nos insetos que tocam na grande metálica. Entretanto, dos diversos modelos encontrados no mercado, apenas 19 deles são certificados pelo Inmetro, sendo que todos possuem suporte para carregar na tomada. Já os modelos que funcionam apenas com pilha, os mais comum de serem encontrados em barracas de camelôs e vendidos nos semáforos, são todos sem certificações. Com informações do Gizmodo.

Mas quais os riscos reais? Bem, não há registros de acidentes graves envolvendo o produto, apesar de alguns choques doloridos, especialmente em algumas pessoas que, por desafio ou brincadeira, encostam a língua ou urinam na raquete. Mas, mesmo assim, ainda podem haver outros riscos.

Segundo a Associação Brasileira de Arritmia, Eletrofisiologia e Estimulação Cardíaca Artificial (ABEC), as raquetes elétricas, principalmente as não certificadas, não possuem dados precisos sobre a tensão usada, e sem o controle de qualidade, não é possível se certificar da descarga elétrica disparada. Então, melhor buscar produtos com o selo do Inmetro e usar o produto apenas em insetos.

 

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