Mesmo sem a manifestação de sintomas de raiva humana, a Prefeitura de Manaus continua o monitoramento de 11 pessoas que sofreram ataques por morcegos, na comunidade Nova Jerusalém, na calha do rio Negro (localizada a 80 km de Manaus). Em reunião realizada na manhã desta segunda-feira, 21/1, profissionais da Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) definiram as próximas ações de controle e prevenção.

O trabalho foi iniciado na última sexta-feira, 18, quando a Semsa recebeu notificação do caso de uma criança de dois anos, moradora da comunidade, atacada por morcego. De acordo com a diretora do Departamento de Vigilância Ambiental e Epidemiológica (Devae/Semsa), enfermeira Marinélia Ferreira, a partir da notificação, a equipe de vigilância epidemiológica iniciou a investigação do caso, quando identificou que outras pessoas da comunidade também sofreram ataques.

A investigação epidemiológica inicial da Semsa detectou que sete pessoas da mesma família sofreram ataques por morcego, incluindo a criança de dois anos. Com isso, no sábado, dia 19, uma equipe de profissionais de saúde seguiu até a comunidade, quando foram identificadas mais quatro pessoas atacadas.

Ainda esta semana, uma equipe de profissionais da Semsa, do Centro de Controle de Zoonoses e da Fundação de Vigilância em Saúde (FVS/AM), irá realizar uma segunda visita na comunidade de Nova Jerusalém com o objetivo de fazer a captura e identificação da espécie de morcegos hematófagos.

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