MANAUS – O governador do Amazonas, Wilson Lima, lançou, nesta quinta-feira (5/12), o programa “Muda Manaus”, que tem como objetivo reduzir a vulnerabilidade social e melhorar a qualidade de vida da população na capital do Estado. O primeiro bairro a receber o programa é o Amazonino Mendes (Mutirão), na zona norte de Manaus, que abriga mais de 110 mil pessoas.

As atividades do “Muda Manaus”, realizadas por 24 órgãos da administração estadual, ocorrem no Centro Estadual de Convivência da Família Teonízia Lobo, para onde também foi transferido o gabinete do governador até o próximo sábado (7/12).

“Nós vamos fazer isso, inicialmente, a cada dois meses, mas a ideia é que a partir de março ou abril, a gente comece a fazer uma vez por mês. Estamos finalizando esse cronograma para atender todos os bairros de Manaus. Todos os atendimentos e todas as ações que eu faria lá no gabinete vão ser feitas aqui. As nossas equipes vieram aqui previamente, nossos secretários conversaram com os líderes comunitários para entender quais as principais demandas, e aí resultou nas ações que nós estamos fazendo”, afirmou Wilson Lima.

O governador destacou os critérios para a escolha do bairro. “O Mutirão é um bairro muito simbólico, até pela sua história e da união das pessoas para construir esse bairro. O que a gente leva muito em consideração é a questão da vulnerabilidade social, onde há uma necessidade premente das pessoas, onde há coisas básicas para serem resolvidas e que, em muito tempo, não foram resolvidas. Por exemplo, uma carteira de identidade, algo simples que você não tem ideia da quantidade de pessoas que não têm esse documento”, pontuou Wilson Lima, ao anunciar que o próximo bairro a receber as ações do “Muda Manaus” será o Jorge Teixeira, na zona leste da capital.

Wilson Lima assinou, durante a solenidade de lançamento, o Plano de Ações Integradas do “Muda Manaus”, que detalha a concepção, execução, monitoramento e aperfeiçoamento do programa, visando assegurar o alcance dos seus objetivos. Todos os recursos aplicados na execução do programa são próprios do Estado, provenientes dos orçamentos já previstos em cada uma das secretarias envolvidas nas ações, totalizando, aproximadamente, R$ 5 milhões.

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